A hora e a vez do talento se tornar líder
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A hora e a vez do talento se tornar líder
A hora e a vez do talento se tornar líder
No último mês assistimos o momento histórico que foi a morte da rainha Elizabeth II. E lendo esse fato histórico pelo nosso ponto de vista, que é como as lideranças podem se desenvolver para desenvolver o mundo, entendemos que existem muitos aprendizados e reflexões interessantes.
Muito se falou sobre liderança feminina, sobre como a rainha governou em diferentes contextos uma vez que ficou 70 anos no poder e como se tornou um ícone pop, mesmo carregando consigo muita tradição. Ela foi a líder mais longeva da história e claro que isso tem muito para ensinar! Mas dentre tantos fatores interessantes a serem explorados, esse meme sobre o príncipe Charles que viralizou chamou muito a nossa atenção porque fez a gente refletir: qual é o tempo da liderança? Quando é a hora e a vez de um talento assumir uma posição de destaque nas organizações? Quem trabalha com programas de trainees se confronta o tempo todo o fato de que os jovens andam insatisfeitos com o tempo de progressão de carreira nas organizações e o desejo pelas startups passa por aí.
Um artigo da Forbes muito bacana, agora de setembro, fala sobre os novos caminhos para atrair e reter talentos, que é um tema muito relevante já tem tempo para as organizações, mas que ganhou mais força e urgência no pós pandemia com todas as mudanças que vivemos. Basicamente ele vai mostrar, a partir de dados de uma pesquisa divulgada pelo Linkedin, que a relação das pessoas com o trabalho mudou. A flexibilidade se tornou um benefício importantíssimo que as lideranças precisam urgentemente incorporar (na estrutura, relações e no discurso), além, claro, das competências relacionais que são a base para que consigam tornar-se de fato mais influentes e inspiradoras. Tudo isso junto com a ambiência do escritório, fazendo do local de trabalho (presencial ou virtual) um espaço de saúde e relações verdadeiramente humanas. Além disso, o artigo discute o uso das ferramentas tecnológicas na gestão das pessoas. Ou seja: o combustível da máquina humana para produção já não é o mesmo de 20 anos atrás.
Ao mesmo tempo, a população está envelhecendo e as organizações começam a valorizar skills que só a maturidade desenvolve. O próprio artigo da Forbes dedica um espaço a mostrar como diversas organizações têm repensado a contratação de perfis com 50+ e sua relevância na construção dessa cultura que o universo corporativo tem clamado. Então, qual é a hora e vez?
Provavelmente a hora é agora!!!
Takeways:
Sabedoria da rede:
Os jovens têm trazido uma agenda para dentro das empresas de que o trabalho sai do lugar de dever e vai para uma esfera da vida onde se expressa o propósito da existência. E nesse lugar, trabalhar é viver experiências engrandecedoras. Então, familiaridade, segurança e know-how que são características da experiência e maturidade são muito relevantes, mas não suficientes nem para o profissional e nem para a empresa.
No último mês assistimos o momento histórico que foi a morte da rainha Elizabeth II. E lendo esse fato histórico pelo nosso ponto de vista, que é como as lideranças podem se desenvolver para desenvolver o mundo, entendemos que existem muitos aprendizados e reflexões interessantes.
Muito se falou sobre liderança feminina, sobre como a rainha governou em diferentes contextos uma vez que ficou 70 anos no poder e como se tornou um ícone pop, mesmo carregando consigo muita tradição. Ela foi a líder mais longeva da história e claro que isso tem muito para ensinar! Mas dentre tantos fatores interessantes a serem explorados, esse meme sobre o príncipe Charles que viralizou chamou muito a nossa atenção porque fez a gente refletir: qual é o tempo da liderança? Quando é a hora e a vez de um talento assumir uma posição de destaque nas organizações? Quem trabalha com programas de trainees se confronta o tempo todo o fato de que os jovens andam insatisfeitos com o tempo de progressão de carreira nas organizações e o desejo pelas startups passa por aí.
Um artigo da Forbes muito bacana, agora de setembro, fala sobre os novos caminhos para atrair e reter talentos, que é um tema muito relevante já tem tempo para as organizações, mas que ganhou mais força e urgência no pós pandemia com todas as mudanças que vivemos. Basicamente ele vai mostrar, a partir de dados de uma pesquisa divulgada pelo Linkedin, que a relação das pessoas com o trabalho mudou. A flexibilidade se tornou um benefício importantíssimo que as lideranças precisam urgentemente incorporar (na estrutura, relações e no discurso), além, claro, das competências relacionais que são a base para que consigam tornar-se de fato mais influentes e inspiradoras. Tudo isso junto com a ambiência do escritório, fazendo do local de trabalho (presencial ou virtual) um espaço de saúde e relações verdadeiramente humanas. Além disso, o artigo discute o uso das ferramentas tecnológicas na gestão das pessoas. Ou seja: o combustível da máquina humana para produção já não é o mesmo de 20 anos atrás.
Ao mesmo tempo, a população está envelhecendo e as organizações começam a valorizar skills que só a maturidade desenvolve. O próprio artigo da Forbes dedica um espaço a mostrar como diversas organizações têm repensado a contratação de perfis com 50+ e sua relevância na construção dessa cultura que o universo corporativo tem clamado. Então, qual é a hora e vez?
Provavelmente a hora é agora!!!
Takeways:
Sabedoria da rede:
Os jovens têm trazido uma agenda para dentro das empresas de que o trabalho sai do lugar de dever e vai para uma esfera da vida onde se expressa o propósito da existência. E nesse lugar, trabalhar é viver experiências engrandecedoras. Então, familiaridade, segurança e know-how que são características da experiência e maturidade são muito relevantes, mas não suficientes nem para o profissional e nem para a empresa.
No último mês assistimos o momento histórico que foi a morte da rainha Elizabeth II. E lendo esse fato histórico pelo nosso ponto de vista, que é como as lideranças podem se desenvolver para desenvolver o mundo, entendemos que existem muitos aprendizados e reflexões interessantes.
Muito se falou sobre liderança feminina, sobre como a rainha governou em diferentes contextos uma vez que ficou 70 anos no poder e como se tornou um ícone pop, mesmo carregando consigo muita tradição. Ela foi a líder mais longeva da história e claro que isso tem muito para ensinar! Mas dentre tantos fatores interessantes a serem explorados, esse meme sobre o príncipe Charles que viralizou chamou muito a nossa atenção porque fez a gente refletir: qual é o tempo da liderança? Quando é a hora e a vez de um talento assumir uma posição de destaque nas organizações? Quem trabalha com programas de trainees se confronta o tempo todo o fato de que os jovens andam insatisfeitos com o tempo de progressão de carreira nas organizações e o desejo pelas startups passa por aí.
Um artigo da Forbes muito bacana, agora de setembro, fala sobre os novos caminhos para atrair e reter talentos, que é um tema muito relevante já tem tempo para as organizações, mas que ganhou mais força e urgência no pós pandemia com todas as mudanças que vivemos. Basicamente ele vai mostrar, a partir de dados de uma pesquisa divulgada pelo Linkedin, que a relação das pessoas com o trabalho mudou. A flexibilidade se tornou um benefício importantíssimo que as lideranças precisam urgentemente incorporar (na estrutura, relações e no discurso), além, claro, das competências relacionais que são a base para que consigam tornar-se de fato mais influentes e inspiradoras. Tudo isso junto com a ambiência do escritório, fazendo do local de trabalho (presencial ou virtual) um espaço de saúde e relações verdadeiramente humanas. Além disso, o artigo discute o uso das ferramentas tecnológicas na gestão das pessoas. Ou seja: o combustível da máquina humana para produção já não é o mesmo de 20 anos atrás.
Ao mesmo tempo, a população está envelhecendo e as organizações começam a valorizar skills que só a maturidade desenvolve. O próprio artigo da Forbes dedica um espaço a mostrar como diversas organizações têm repensado a contratação de perfis com 50+ e sua relevância na construção dessa cultura que o universo corporativo tem clamado. Então, qual é a hora e vez?
Provavelmente a hora é agora!!!
Takeways:
Sabedoria da rede:
Os jovens têm trazido uma agenda para dentro das empresas de que o trabalho sai do lugar de dever e vai para uma esfera da vida onde se expressa o propósito da existência. E nesse lugar, trabalhar é viver experiências engrandecedoras. Então, familiaridade, segurança e know-how que são características da experiência e maturidade são muito relevantes, mas não suficientes nem para o profissional e nem para a empresa.
No último mês assistimos o momento histórico que foi a morte da rainha Elizabeth II. E lendo esse fato histórico pelo nosso ponto de vista, que é como as lideranças podem se desenvolver para desenvolver o mundo, entendemos que existem muitos aprendizados e reflexões interessantes.
Muito se falou sobre liderança feminina, sobre como a rainha governou em diferentes contextos uma vez que ficou 70 anos no poder e como se tornou um ícone pop, mesmo carregando consigo muita tradição. Ela foi a líder mais longeva da história e claro que isso tem muito para ensinar! Mas dentre tantos fatores interessantes a serem explorados, esse meme sobre o príncipe Charles que viralizou chamou muito a nossa atenção porque fez a gente refletir: qual é o tempo da liderança? Quando é a hora e a vez de um talento assumir uma posição de destaque nas organizações? Quem trabalha com programas de trainees se confronta o tempo todo o fato de que os jovens andam insatisfeitos com o tempo de progressão de carreira nas organizações e o desejo pelas startups passa por aí.
Um artigo da Forbes muito bacana, agora de setembro, fala sobre os novos caminhos para atrair e reter talentos, que é um tema muito relevante já tem tempo para as organizações, mas que ganhou mais força e urgência no pós pandemia com todas as mudanças que vivemos. Basicamente ele vai mostrar, a partir de dados de uma pesquisa divulgada pelo Linkedin, que a relação das pessoas com o trabalho mudou. A flexibilidade se tornou um benefício importantíssimo que as lideranças precisam urgentemente incorporar (na estrutura, relações e no discurso), além, claro, das competências relacionais que são a base para que consigam tornar-se de fato mais influentes e inspiradoras. Tudo isso junto com a ambiência do escritório, fazendo do local de trabalho (presencial ou virtual) um espaço de saúde e relações verdadeiramente humanas. Além disso, o artigo discute o uso das ferramentas tecnológicas na gestão das pessoas. Ou seja: o combustível da máquina humana para produção já não é o mesmo de 20 anos atrás.
Ao mesmo tempo, a população está envelhecendo e as organizações começam a valorizar skills que só a maturidade desenvolve. O próprio artigo da Forbes dedica um espaço a mostrar como diversas organizações têm repensado a contratação de perfis com 50+ e sua relevância na construção dessa cultura que o universo corporativo tem clamado. Então, qual é a hora e vez?
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Os jovens têm trazido uma agenda para dentro das empresas de que o trabalho sai do lugar de dever e vai para uma esfera da vida onde se expressa o propósito da existência. E nesse lugar, trabalhar é viver experiências engrandecedoras. Então, familiaridade, segurança e know-how que são características da experiência e maturidade são muito relevantes, mas não suficientes nem para o profissional e nem para a empresa.
No último mês assistimos o momento histórico que foi a morte da rainha Elizabeth II. E lendo esse fato histórico pelo nosso ponto de vista, que é como as lideranças podem se desenvolver para desenvolver o mundo, entendemos que existem muitos aprendizados e reflexões interessantes.
Muito se falou sobre liderança feminina, sobre como a rainha governou em diferentes contextos uma vez que ficou 70 anos no poder e como se tornou um ícone pop, mesmo carregando consigo muita tradição. Ela foi a líder mais longeva da história e claro que isso tem muito para ensinar! Mas dentre tantos fatores interessantes a serem explorados, esse meme sobre o príncipe Charles que viralizou chamou muito a nossa atenção porque fez a gente refletir: qual é o tempo da liderança? Quando é a hora e a vez de um talento assumir uma posição de destaque nas organizações? Quem trabalha com programas de trainees se confronta o tempo todo o fato de que os jovens andam insatisfeitos com o tempo de progressão de carreira nas organizações e o desejo pelas startups passa por aí.
Um artigo da Forbes muito bacana, agora de setembro, fala sobre os novos caminhos para atrair e reter talentos, que é um tema muito relevante já tem tempo para as organizações, mas que ganhou mais força e urgência no pós pandemia com todas as mudanças que vivemos. Basicamente ele vai mostrar, a partir de dados de uma pesquisa divulgada pelo Linkedin, que a relação das pessoas com o trabalho mudou. A flexibilidade se tornou um benefício importantíssimo que as lideranças precisam urgentemente incorporar (na estrutura, relações e no discurso), além, claro, das competências relacionais que são a base para que consigam tornar-se de fato mais influentes e inspiradoras. Tudo isso junto com a ambiência do escritório, fazendo do local de trabalho (presencial ou virtual) um espaço de saúde e relações verdadeiramente humanas. Além disso, o artigo discute o uso das ferramentas tecnológicas na gestão das pessoas. Ou seja: o combustível da máquina humana para produção já não é o mesmo de 20 anos atrás.
Ao mesmo tempo, a população está envelhecendo e as organizações começam a valorizar skills que só a maturidade desenvolve. O próprio artigo da Forbes dedica um espaço a mostrar como diversas organizações têm repensado a contratação de perfis com 50+ e sua relevância na construção dessa cultura que o universo corporativo tem clamado. Então, qual é a hora e vez?
Provavelmente a hora é agora!!!
Takeways:
Sabedoria da rede:
Os jovens têm trazido uma agenda para dentro das empresas de que o trabalho sai do lugar de dever e vai para uma esfera da vida onde se expressa o propósito da existência. E nesse lugar, trabalhar é viver experiências engrandecedoras. Então, familiaridade, segurança e know-how que são características da experiência e maturidade são muito relevantes, mas não suficientes nem para o profissional e nem para a empresa.
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